Como a sua empresa pode crescer usando a gestão contábil

Cresça independentemente do que aconteça, mas nunca se esqueça da gestão contábil para definir a melhor estratégia para o crescimento da sua empresa

Quando falamos na expansão empresarial de determinado negócio, estamos, de forma intrínseca, falando sobre gestão contábil. O modelo de contabilidade utiliza das ferramentas contábeis na gestão da empresa, justamente para auxiliar no processo de administração do empreendimento. Mas toda expansão têm as suas formas, tanto que, por isso, a gestão contábil torna-se tão importante.

Para que a estratégia de gestão da sua empresa venha ser definida de forma mais assertiva possível, é necessário que se tenha conhecimento da operação e da medida proporcional do crescimento.

A noção da importância da gestão contábil na saúde desses processos você pode acompanhar em mais um texto da série de artigos que tem abordado o crescimento empresarial.

Abrir outra unidade da empresa

Quando falamos em expansão, a primeira coisa que todo empresário pensa é dobrar o número de empreendimentos. Se a empresa tem uma sede fixa, abre duas, se tem duas, vai para a terceira, e assim sucessivamente. Entretanto, toda ação arrojada como essa depende de uma gestão contábil para balancear se é, ou não, o momento de tomar a atitude e se ela irá reverter em algo positivo.

Contudo, proporcionalmente, o trabalho aumentará e é aí que a gestão contábil precisa equilibrar o crescimento da sua empresa, para que ele não venha se tornar o responsável por um futuro declínio, não acompanhando as suas ações e o seu poderio com as demandas solicitadas. Você precisa entender que a sua marca está em jogo e que, de duas, uma: ou você segura a expansão ou deixa a linha de frente das ações da sua empresa, passando a dedicar à expansão. Tomar essa atitude é um ponto estratégico muito importante ao jogo empresarial.

A gestão contábil pode ajudar das seguintes maneiras:

  • O lucro tem crescido proporcionalmente com o sucesso da sua empresa?
  • A sua empresa pode crescer? Como? Para onde? Certifique-se de outras campanhas do tipo para ter essa resposta;
  • Tenha um plano de negócios integral;
  • Seja estratégico na escolha da localização física da empresa, considerando o público-alvo, o fluxo de pessoas e o impacto local da sua nova empresa ser montada neste determinado endereço;
  • Nunca, jamais, em nenhuma circunstância, deixa de lado o poderio da internet.

Franquias

Ao invés de abrir filiais da sua empresa, você pode partir para uma outra vertente de crescimento, compartilhando os riscos, bem como os sucessos, franquiar. Ao abrir uma franquia, você não arcará totalmente com os riscos e investimentos, mas, sim, cederá a marca para que outra pessoa, de preferência empresário iniciante ou de pequeno/médio porte, tenha a possibilidade de crescer no universo dos negócios. Mas é importante que você franquie de forma certeira, preferencialmente com pessoas conhecidas ou de boa fama no seu modo de gerir as suas empresas.

A gestão contábil será responsável cem organizar a parte burocrática do acordo, para que as duas partes ganhem na mesma medida, mas também preste suas condições de serviço na mesma medida.

Esses são alguns cuidados que a gestão contábil têm que tomar no processo de franquia.

  • A gestão contábil tem que estar atenta no controle de qualidade do processo da empresa, para que nada venha dar brecha para que a sua empresa venha ser criticada;
  • Sempre esteja do lado dos tradicionais TI. A tecnologia da informação já deixou de ser o futuro faz tempo, e a gora é o presente do empreendedorismo;
  • Principal parte da gestão contábil em qualquer empresa é o planejamento, com a construção da dados para que todas as partes venham estar conscientes dos direitos e deveres bilaterais para a saúde da empresa.

Independentemente de franquiar ou apostar na filial, o trabalho será árduo. Não existe caminho fácil, mas existe a gestão contábil, para auxiliar a sua empresa em todos os momentos.

Contabilidade pessoal: circunstâncias onde um funcionário não pode ser demitido

O funcionário de qualquer segmento empresarial está resguardado constitucionalmente em determinadas situações

Contabilidade pessoal é para muitos empresários um serviço descartável, entretanto, ao se deparar com questões legais no que tange as demissões de funcionários, o serviço passa a demonstrar o seu devido valor. Até mesmo os funcionários, muitas vezes resguardados por lei, não aproveitam o fator constitucional por falta de conhecimento em contabilidade contábil.

A demissão é um fator que, mais hora ou menos hora, o empresário vai precisar usar, seja por questões técnicas, estratégicas ou por mera necessidade, contudo ele precisa estar por dentro de tudo o que está acerca das normas legais, e para isso a contabilidade pessoal trás um grande suporte de conhecimento à empresa.

Esse artigo possui uma base das informações conceituais de contabilidade pessoal no que se diz respeito a demissões, levando em consideração fatores que independem de segmento de mercado, mas apenas de resguardo empresarial.

Pré-aposentadoria

Situação onde o funcionário está próximo da aposentadoria, independentemente de ser integral ou proporcional. Entretanto, esse resguardo constitucional possui um asterisco, a estabilidade pré-aposentadoria precisa estar prevista pelas normas das coletivas categorias, caso o funcionário esteja resguardado por esse regimento legal, o empresário está vetado de demitir determinado colaborador dentro deste prazo (que pode ser de 12 ou 24 meses antes da aposentadoria, desde a entrada obviamente), claro que com a ressalva de situações que determinem justa causa.

Pré-dissídio

Mas uma situação prévia que resguarda a empresa de demitir determinado funcionário é o dissídio. Muitas categorias empresariais possuem um resguardo de um mês antes da data base da convenção coletiva que define o reajuste salarial da sua categoria.

A legislação esta prescrita da seguinte forma: “O empregado dispensado, sem justa causa, no período de 30 (trinta) dias que antecede a data de sua correção salarial, terá direito à indenização adicional equivalente a um salário mensal, seja ele optante ou não pelo FGTS”.

Ou seja, o empresário que demitir seu funcionário num período de 30 dias antes do dissídio terá que arcar por uma multa de “estabilidade do dissídio”.

De acordo com a nova Leio do Aviso Prévio cada um ano trabalhado acrescenta três dias por ano e a estabilidade é proporcional ao tempo de trabalho do funcionário em determinada empresa.

Acidente de Trabalho

O funcionário que se acidentar em pleno exercício do seu trabalho não pode ter contrato rompido com a empresa dentro de um intervalo de 12 meses.

Cabe a empresa pagar os primeiros 15 dias de afastamento. Caso o período de afastamento esteja dentro desses 15 dias, ele não se enquadrará em afastamento dentro das normas do INSS, agora se ele precisar se afastar do trabalho em tempo superior a esses 15 dias, precisará dar entrada ao auxílio-doença.

Se o funcionário não entrar com o pedido e ficar um tempo superior a 15 dias afastados, não terá direito a nenhuma compensação financeira, seja da empresa ou do INSS, tendo que ir até ao órgão público dar entrada dentro dos padrões legais.

Outro fator que dá resguardo de estabilidade do funcionário junto a empresa dentro do fator acidental é a contração de doenças em pleno exercício de trabalho do colaborador.

Gestação

Gravidez é outro fator de resguardo ao funcionário. Desde o momento em que a gravidez é descoberta até os cinco meses posteriores a gravidez da funcionária, o empresário está impossibilitado de demiti-la.

Se por ventura o empresário não tenha conhecimento da gestação, a partir do momento do conhecimento ele automaticamente terá que reintegra-la ao quadro de funcionários. Se isso não acontecer, ele terá que responder legalmente e indeniza-la.

O resguardo por gravidez interfere também a empregas durante contrato de experiência, por exemplo.

Aborto espontâneo

Caso a funcionária que estiver resguardada pela estabilidade da gravidez sofrer um aborto involuntário seguirá estável até a sua recuperação, de acordo com as normas legais de trabalho.

Além de todos os resguardos citados no artigo, um documento coletivo da categoria, por exemplo, garante emprego e estabilidade de forma coletiva em determinado segmento empresarial, de uma forma semelhante ao que foi prescrito acima nas questões de aposentadoria.

Como entender que a sua empresa está crescendo

As perspectivas de mudança da sua empresa no avanço de patamar precisa passar por uma gestão de contabilidade para contribuições estratégicas

Dizem que depois de toda tempestade, existe a bonança. Mas, afinal, o que é a bonança em questão? É relativo para cada individuo. Mas quando não tratamos de um indivíduo físico, e, sim, de uma pessoa jurídica, a bonança vem através dos pontos de crescimento, a virada da empresa de um determinado patamar para outro. Esse retorno é gradativo e é notável aos poucos, quando construímos a linha cronológica da empresa. Mas, mesmo assim, ele não deixa de ser extremamente importante, principalmente quando é acompanhado passo a passo.
Para que você, empresário, identifique quais e como são os pontos de virada da sua empresa na jornada de empreendimento, esse artigo vai te ajudar a fazer um exercício integral de valorização de cada etapa da escala ao sucesso e a sua valorização.

Olhando para dentro

Nando Reis canta uma música, uma das mais importantes do seu repertório, por sinal, que chama-se “Por onde andei”. Pegando carona nos questionamentos feitos pelo próprio autor da música na canção, adaptamos esses questionamentos para a realidade empresarial e fazemos uma análise dela.

“Desculpe, estou um pouco atrasado, mas espero que ainda dê tempo de dizer que andei errado. E eu me lembro das suas queixas tão justificáveis e a falta que eu fiz essa semana, coisas que pareceriam óbvias até à uma criança. Por onde andei, enquanto você me procurava?…”, é como se dá a construção da música que, como podemos ver, foca em num questionamento pessoa dos caminhos tomados pelo próprio indivíduo que próprio se questiona.

Para que toda empresa venha entender o patamar e os pontos de transição deste patamar, é fundamental que haja reconhecimento de falhas, como o próprio cantor pede perdão e reconhece que se perdeu em coisas óbvias até para uma criança. Quando constrói um olhar crítico, principalmente para si próprio, há um modelo de construção muito saudável que coloca o líder na verdadeira condição de liderança na empresa, e não de chefia, com uma qualidade maior de feedbacks, aprendidos e relacionada com uma obra da música popular brasileira.

O tal do ponto de virada

Para o empresário que vive, de forma intensa, o dia a dia da empresa, talvez seja difícil detecta exatamente o ponto de virada da empresa, onde ela vai dar os primeiros passos para o crescimento de patamar e algumas mudanças práticas. Entretanto, esse ponto de transição só depende de você, por mais incrível que pareça. Somando-se aos processos empresariais do se negócio um controle, você pode ter passo a passo as ações, desde início de onde, para onde e como você deseja chegar nesses pontos de transição. Isso tudo, com a sua equipe comprando a ideia e a realidade do caminho da mudança dos patamares.

Nesse momento entra algo muito importante no processo, a contabilidade. Que torna-se muito importante estrategicamente na revisão de demandas, bem como no desempenho da equipe e da empresa, para, em seus demonstrativos, deixar claro se é, ou não, o momento de trocar a chavinha e partir par uma nova realidade, qual a realidade e como se portar para não retroceder.

A importância da contabilidade

Muitos pensam que a contabilidade é fator apenas de entrega de perspectivas e balanços financeiros periódicos da empresa. Uma grande parcela dos empresários, até mesmo desconhecem o poderio estratégico de uma estrutura contábil. Por mais que a utilização do serviço por pessoas jurídicas seja algo previsto em lei, alguns empresários negam a importância da segurança contábil nesses processos. Mas, esse texto mostra clarividentemente a importância dos equipamentos de contabilidade para o sucesso estratégico das empresas.

Gestão contábil: os lados bons e ruins do crescimento da sua empresa

Entre os benefícios e riscos do crescimento da sua empresa, existe a gestão contábil, saiba como ela pode contribuir no processo empresarial

Falou em crescimento da sua empresa, tá lá o empresário. Independentemente do ramo ou segmento, todos eles só pensam naquilo. Contudo, muitos fatores vão além do crescimento, que não é um simples pó de “pirili pim pim”. Como tudo na vida, o crescimento de qualquer empresa tem os seus fatores positivos e negativos. E é justamente aí que a gestão contábil é necessariamente importante.

Dentro do contexto estratégico da gestão contábil, o equilíbrio é palavra de ordem. Por isso, é importante imaginar que toda empresa tenha os seus riscos e criar estratégias para contrapor esses riscos.

Por isso fizemos esse artigo, para que você, empresário, venha suplantar os riscos e torná-los em benefícios.

Riscos principais

Todo crescimento possui desafios que exigem a empresa uma atenção integral. Todos os seus funcionários precisam compreender isso e adequar-se a esse crescimento e as demandas em questão. Dentro de um contexto de gestão contábil, cabe a empresa resguardar-se de riscos como:

Falta de foco

Toda empresa tem um foco, que está enquadrado a sua segmentação. Entretanto, alguns fatores internos e externos são essenciais para que a empresa mude rumos. Essa fuga do foco da empresa é normal, mas a gestão contábil, ao detectar, organizará a empresa dentro da realidade dos seus focos, ou dentro dos rumos pelo qual a empresa acabou tomando.

O caminho que a empresa vai tomar é de total liberado da sua liderança, mas o sucesso depende de gestão contábil que constrói moldes de trabalho e identidade empresarial do seu negócio.

Ônus

Os dois principais ônus quando uma empresa cresce são os fatores financeiros e de fôlego. De modo geral, as duas questões são bem delicadas para a manutenção do alto nível do projeto. Muitos podem colocar o fator financeiro a frente, até mesmo por fator e subsistência do negócio. Mas o capital sem a motivação, também não gera resultados expressivos, condizentes com a realidade de uma empresa em crescimento constante.

Cabe a gestão contábil fazer uma organização técnica em esferas, focando primeiramente dentro do que é a sua especialidade, o fator financeiro. No Brasil, os empresários sofrem com as questões tributárias e isso faz com que a sobrevivência das empresa em meio ao luro líquido e o seu capital de giro sejam muito pequenas. Independentemente disso, entrar empréstimos e demais tipos de compensações financeiras não pode ser uma opção. Empresas enroladas no fator finanças tendem uma grande montanha pra atravessar antes de crescer.

Então, cabe a gestão contábil montar estratégias de orçamento e conduzir a equipe para um processo organizacional que os motivo e os façam render.

Benefícios x riscos

Desafios existem em todas as esferas da vida, não só num âmbito empresarial. Na balança, é claro que os riscos saltarão aos olhos do empresário mais fortemente do que os benefícios, mas no final do processo, quando vemos os resultados, aos poucos, na empresa, o sinal de que tudo valeu a pena é incrível.

Mas para que todos os benefícios, quando colocados na balança, pagarem os riscos é importante que você e a sua empresa entrem na batalha confiantes e a gestão contábil, por meio de toda estrutura, é fator forte nos bastidores para que, organizada, a empresa venha ter muito sucesso.

Se prepare para o crescimento da sua empresa por meio da gestão contábil

Saiba as perguntas que você precisa fazer para si próprio para que a gestão contábil venha agregar no contexto de gestão contábil da sua empresa

Todos empresários só pensam em uma coisa: crescer. Mas para que isso aconteça, muitas perguntas precisam ser feitas. Para quem? Para si próprio. A autoafirmação é uma dádiva, mas precisa ser feita com bases, por isso que a gestão contábil é importante para o crescimento do empreendimento.

É natural que a expansão acompanhe o processo de estruturação da empresa e é justamente aí que entra a gestão contábil, responsável por trazer para o negócio toda a perspectiva financeira acerca dele próprio. Porém, parar para fazer a análise interna ou fazer um trabalho de autoconhecimento pede algumas perguntas estratégicas a serem feitas pelo próprio negócio.

Quando, como e para onde crescer é o gatilho para uma série de novas perguntas, que transformam-se em um caráter de desenvolvimento da sua empresa e essa capacidade de ter uma olhar interno para as suas conquistas, bem como as suas necessidades, é fator fundamental à gestão contábil.

Essas perguntas e os seus crescimentos são inúmeros, por isso pensamos em uma série de artigos que auxiliarão neste crescimento conjunto, empresa e gestão contábil.

Motivos para o crescimento

Ta aí o famigerado “por que”, muitas vezes a primeira palavra que aprendemos falar, mediante o nosso senso questionador natural. Como empresários, esse senso é totalmente importante, mas precisa ser utilizado para autoanálise.

Primeiramente, esse é o ponto que faz a empresa questionar o ponto de satisfação, que muitas das vezes impede que a empresa olhe de forma horizontal e breca muitos lugares além onde a empresa pode chegar. A partir desse ponto, a gestão contábil precisa tirar um coelho da cartola para estimular a pretensão do empresário. Porém, também cabe a gestão contábil conter um crescimento muito rápido, que pode fazer com que a empresa breque o controle de desenvolvimento e isso seja internamente prejudicial no organograma e na gestão organizacional do empreendimento.

Paralelo a isso, cabe um ponto de atenção na gestão contábil, analisar rápidos crescimentos para o suporte da empresa, por exemplo, é ter um cuidado com a manutenção de bons resultados, o que é muito importante para a saúde do negócio.

O porte da empresa define o processo de gestão contábil e demonstra a importância da gestão no sucesso da empresa.

Estrutura da empresa

Outra pergunta que precisa ser feita por você e respondida por você para você mesmo: como que está a estrutura da sua empresa, visando crescimento? Como um efeito dominó, essa pergunta gera outras perguntas, e assim sucessivamente. Mas vamos focar, a princípio, no primeiro toque do efeito.

Nesses casos, há um método de autoavaliação chamado “dez vezes mais”, que consiste fazer a seguinte pergunta a si mesmo: Se do dia para a noite a minha empresa crescesse em dez vezes, será que eu teria estrutura para tocá-la sem grandes problemas? Esse exercício ajudará, então, a você, como empresário, descobrir os gargalos da sua empresa.

O método pode ser adaptado para que líderes de departamento venham, também, a refletir sobre as suas funções e a sua equipe. Será que, por exemplo, se a sua empresa crescesse dez vezes mais do dia pra noite o seu gerente de infraestrutura saberia lidar com a demanda? E o seu poderio de material? Essa pergunta pode ser uma autoanálise específica de cada departamento.

Os fatores citados acima são de principal influência para que, dentro da gestão contábil, o seu negócio venha crescer, mas, além disso, fatores como o conhecimento de forma de crescimento, os milestones do caminho, material pessoal, riscos e benefícios, fatores a ser abordados para o crescimento da sua empresa.